O conforto é assasino da alma tanto quanto o desconforto é. Precisamos dos momentos de privação para nos sentirmos mortos, para ressurgirmos nos momentos de abundância. São necessários sacrifícios, sofrimento, para amadurecer, para produzir uma troca equivalente entre a tristeza e a felicidade. Sem passar pela escassez, pela dureza, não somos nada, apenas uns pobres coitados de alma morta, vida fácil, vazia.
Talvez as dúvidas representem os momentos de clareza, quando tudo parecem possibilidades. As certezas, por outro lado, seriam o campo do tédio, da rotina e da falta de perspectiva, de esperança. Ter sabedoria consiste no ato de poder julgar quando se deve ouvir às certezas ou às dúvidas. Quando se deve permanecer e quando se deve prosseguir.
O texto é velho, mas com certeza ainda vale alguma coisa. No momento em que temos que começar de novo, começamos de qualquer lugar. Tenho uma puta estrada na minha frente e, dessa vez preciso seguir sem desculpas ou paradas.



Paradas sempre são necessárias, cara! Pra apreciar a paisagem.
Éver
dezembro 7, 2006 em 12:00
Então que sejam aquelas rapidinhas só pra fazer xixi hehehe
Barba
dezembro 13, 2006 em 10:21
é só ter cuidado pra não largar o documento do carro emcima dele! rsrssss
felipe
dezembro 13, 2006 em 14:33
Texto velho? Então vc parou, avaliou e concluímos.
Eu
dezembro 13, 2006 em 22:09
O texto foi escrito em maio… Leveza vai :)
Barba
dezembro 13, 2006 em 23:59