P r o p r i e d a d e
O movimento Paz no Campo falando a respeito da regularização do Quilombo de Sacopã:
Lá no início dos anos 60, o Prof. Plínio Corrêa de Oliveira chamava a atenção de seus leitores que o comunismo tentaria implantar-se no Brasil através da Reforma Agrária, logo seguida pela Reforma Urbana, e pela reforma Empresarial, por meio de confiscos e coletivização da propriedade, com controle do Estado, transformando o País numa imensa favela rural. É para onde caminhamos a passos largos, se essas loucuras desapropriatórias e expropriatórias não tiverem um basta!
Eu não sou a favor de nenhum consenso, muito menos sobre a questão quilombola, mas daí a afirmar que há alguma espécie de comunismo disfarçado que transformará o País numa imensa favela rural…
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Outro dia eu estava lendo uns trechos de uma dissertação sobre a ocupação do espaço urbano no Brasil. Onde parece haver uma ordem constituída em cima da propriedade desde de tempos imemoriais existe uma série de irregularidades monumentais. Imobiliárias que grilam terras do Estado, grandes proprietários que fraudam vendas, construção de bairros nobres em cima de áreas de preservação ambiental e expulsão de todos aqueles sem acesso à justiça. No meio dessa bagunça toda, famílias e famílias há anos requerendo indenizações pela apropriação indevida de suas terras pela crescente cidade.
Lógico, sobre isso nunca vai se comentar nas paragens do Paz no Campo.


As questões legais são tão estranhas no Brasil, sem ofensas, mas principalmente n oque diz respeito à terra. Terra onde o dono não está presente dança mesmo. Meu avô perdeu terras em Minas em Alagoas e assim por diante e não forma quilombeiros não. Obrigada or mante rmeu link, Barba. Voltei mais ou menos.
tina oiticica
fevereiro 25, 2008 em 4:26
Para o Conde Olaf du Chêne e sua patota frenética da TFP, tudo que não é “Expressão Máxima da Liberdade pelo Livre Mercado e da Propriedade Privada” (não necessários, mas índices do extâse do capitalismo) chêra a comunista fazendo merda no terceiro mundo.
Lázaro
fevereiro 25, 2008 em 5:54
Tina,
“Terra onde o dono não está presente dança mesmo.”
É verdade, e ainda tem o caso das pessoas respeitarem a posse da terra por alguém que não é dono pelo simples fato dele estar ocupando-a.
Lárazo,
Pois então. Agora a liberdade que eles defendem é 100% católica-raivosa…
Barba
fevereiro 25, 2008 em 14:31