Do Observatório da Imprensa:

Senador insiste no controle da Web indo na contramão do processo de inovação tecnológica

O senador Eduardo Azeredo (PSDB -MG) transformou-se no cruzado do controle da internet ignorando, voluntária ou ingenuamente, que a liberdade de circulação e recombinação da informação está na base do processo de geração de conhecimento sobre o qual a nova economia digital.

Dito assim parece complicado e pretensioso, mas o fato é que a proposta do senador tucano, cujo nome está associado ao mensalão mineiro, revela uma teimosia em não informar-se sobre o que a internet representa no mundo atual. No ano passado, o político tucano esteve no centro de um debate sobre regulamentação da Web, que gerou muita informação sobre a rede mundial de computadores. (clique para ler o restante)

Boa análise a respeito da sandice conduzida por Eduardo Azeredo. No entanto ninguém no Senado se deu ao trabalho de lê-la.

Senado aprova projeto nocivo à Internet

O Projeto de Lei para Crimes na Internet foi aprovado ontem, no plenário do Senado, quando já era tarde à noite.

Horas antes, o senador Aloísio Mercadante havia prometido rever trechos do texto. De fato, apresentou emendas. Mas os dois pontos mais polêmicos permaneceram tão ruins quanto entraram.

Nos discursos, sobrou demagogia. Estavam presentes Marco Antônio e Cristina Del’Isola, pais de Maria Cláudia Siqueira Isola, a jovem assassinada aos 19 anos, em 2004, cujas fotos da perícia foram vazadas na Internet. Aprova-se um projeto que pune crimes na Internet, disse o senador Eduardo Azeredo, para que atos como este não sigam impunes. Há apenas um problema: o projeto aprovado ontem não transformaria este vazamento em particular em crime. (clique para ler o restante)

3 Responses to “Azeredo não quer a Internet”

  1. Encho?! Says:

    Esse cara é completamente louco, mas antes fosse só um louco no meio de tudo… Ainda tem mais um manicômio inteiro pra aprovar a idéia…


  2. [...] Março 29, 2009 Então, eis que o projeto do ilustríssimo Senador Eduardo Azeredo para a internet representava perda de liberdades e ineficácia no controle dos crimes que seus redatores alegavam combater. [...]


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