13:19

agosto 11, 2008

Quando não houver nada a ser dito, permaneça em silêncio. Observando todas as coisas estranhas que se reproduzem à sua frente: os eternos retornos, os padrões molares, os fatos que parecem tão naturais mas escondem o vazio detrás de si. Pensar tudo isso exige uma frieza calada, um não-diálogo com o mundo cercante. As conclusões não serão as mais confortáveis, não vão acalmar alma alguma, mas ao menos serão capazes de enterrar a dissimulação. O que reside além disso é a semente para algo novo, reluzente e distante, até que tudo se apague outra vez.

One Response to “13:19”

  1. Luiz Says:

    dejà vu ao contrário: eu já vi isso amanhã!!!


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