Carnaval?

Sem uísque no ar e wireless na terra...
Depois de ver duas viagens para a praia fracassarem por motivos distintos, mas muito similares, resolvi vir a São Paulo e ver uns amigos durante o Carnaval. De avião.
Como eu sempre fui um jeca e nunca tinha voado até essa última sexta, fiquei um pouco surpreso uma precariedade em Confins. Enquanto esperava aquela meia hora antes de embarcar, marcando bobeira e bebendo um expresso que custava cinco vezes mais do que o aquele que tomo todo dia, tentei ver se respondia alguns e-mails. Quando tentei conectar numa rede wireless descobri que só podia fazê-lo pagando por isso.
Em Belo Horizonte, na rodoviária, existem duas redes disponíveis ao público de graça: os hotspots da prefeitura e a rede do restaurante. Não sou nenhum especialista mas acho que redes abertas assim tendem a ser vulneráveis e não são exatamente recomendáveis pra um usuário mandar os dados da empresa ou fazer um serviço bancário ou compra. Logo, sempre vai haver quem queira pagar por algo mais seguro, como imagino ser a conexão da Vex, a empresa que monopoliza controla a conexão de internet no Aeroporto de Confins.
Só acho que se você já tem que se deslocar 1 hora para voar e ainda paga uma taxa de embarque não necessariamente barata, 50kbps livre pra alguém chegar e responder e-mails, ou fazer algum serviço de emergência não parece nenhum luxo. Se existe alguma conexão livre para os passageiros, ninguém soube me informar sobre ela.
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Outra coisa engraçada os aeroportos é que algumas pessoas parecem voar com suas melhores roupas, como se estivessem indo a alguma festa ou evento importante. Talvez seja a riqueza, talvez seja o trabalho. No meu vôo, no entanto, predominavam os caipiras maltrapilhos como eu. Desgrenhados, esquisitos, suados com o calor do verão.
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São Paulo, como um troféu dos teóricos do aquecimento global, está mais insuportável que São João das Missões no auge do verão. Durante todos os dias que passei aqui, a melhor coisa não foram os passeios, conversas e o Playstation 3, mas os banhos gelados. O calor me deixou menos disposto a fazer um monte de coisas que eu queria e acabei passando um bom tempo inerte, só que menos bêbado do que eu planejava.
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No caminho para o Laboratório do Dr. Careca encontrei o avatar do Racional Superior…

O Caminho do Bem?
…e esse portão bonitinho aqui.

Casa de designer descolado.


São João das Missões!
Caraiz, já fui lá. O prefeito e o povo quase todo eram indígenas, salvo engana. São Paulo, por seu turno, fede, mas pode ter nome de flores e som de primeira nas placas, pelo que mostrou… Excelente blogue!
Leider Lincoln
março 9, 2009 em 18:08
Havia tb, além das viagens prá praia, uma viagem prá Porto Velho-RO!!!
abração!
rizoplan
março 10, 2009 em 0:08