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LOLCAT Bible
Não sei quem inventou essa de que as pessoas não têm mais tempo hoje em dia. Quanto mais eu navego pelos confins da internet mais encontro coisas inúteis feitas por pessoas que têm muito, mas muito tempo. Como esse projeto, da mais absoluta demência, de traduzir a Bíblia Sagrada para LOLCAT.
Oh hai. In teh beginnin Ceiling Cat maded teh skiez An da Urfs, but he did not eated dem.
Não imagino o que se passa na cabeça de quem uh… colabora com essa hã… iniciativa. Alguém?
Pedro Dória deve ser um ente iluminado, que . Comecei a acompanhar seu blog há algum tempo e se não me engano já lia alguma coisa dele no NO e NO Mínimo. Não concordo com muita coisa que ele escreve, mas me parece uma figura rara no jornalismo por procurar alguma ponderação na maioria dos seus textos.
Seu blog é provavelmente um dos mais comentados em língua portuguesa. E são esses comentários que me chamaram a atenção. Aparentemente, Dória tem uma legião de, digamos, “admiradores”. E são esses aí que se dedicam noite e dia a intermináveis discussões sobre os posts do jornalista.
Dória, que assume esquerdista, recebe muitos comentários de pessoas que se identificam como “de direita”. A maioria é escrita por um grupo fiel que se dispõe a espinafrar tudo o que ele publica, com direito a uma ofensa ou duas e até teorias conspiratórias – houve quem dissesse que ele defende Obama na história da certidão de nascimento por estar ligado a figurões do Partido Democrata…
Ter um público fiel que se dedica a opinar – a favor ou contra – sobre que se escreve em um blog é sempre bom e, no entanto, o que vejo na maioria desses comentários é uma espécie de “pregação política” insuportável – como acontecia quando os leitores do Mídia $em Máscara impregnavam as páginas do CMI com notícias do site deles todos os dias.
Dória chega a responder muito polidamente algumas dos comentários, coisa que outros jornalistas não se dignam a fazer. Por isso mesmo o blog dele se tornou uma leitura diária e ganhou um link ali do lado.
Obama, o Nacional-Socialista
Congressman sorry for likening Obama to Hitler
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Mas olhem só, pessoas mais “sensatas” já disseram algo assim antes:
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Vejamos, a América, terra das milícias civis armadas treme ante a possibilidade de uma força armada civil proposta por Obama – que ao fim, não me parece tão diferente da National Guard. O problema todo não seria a ascensão da Águia Democrata e os campos de concentração para republicanos e rednecks, mas algo que resultaria na derrocada contratos para segurança nacional negociados com a Blackwater, nosso exército mercenário preferido. E Broun, como vários outros republicanos, apóia declaradamente a Blackwater.
Depois das trocentas denúnicas de violência desproporcional contra civis no Iraque, dos abusos cometidos na situação do Katrina e da ameaça a Marshall Adame a Blackwater continua livre, leve, solta e fora do alcance de qualquer lei.
Dez razões para deixar a barba crescer
Follow the leader
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Ok é o Lula e dele dá pra esperar qualquer tipo de declaração. Agora, sério mesmo: será que senador, juiz, executivo, delegado e similares não baixam mp3? Aposto que a cúpula da RIAA deve ter entre um e dois terabytes de música pirateada. Mas com as mamatas e os altos salários do Executivo brasileño esse esquema de dar mp3 de presente parece coisa de pão-duro.
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BeanStorm
Em algum momento entre as doses de mescal e café colombiano as coisas começaram a fazer sentido. Havia um coelho, sentado num canto. Um coelho rosa, gigante, com uma motossera. Elétrica não, a diesel. A coisa real. Parecia um garoto propaganda de alguma madeireira cujo departamento de marketing é dirigido pelo filho do dono. Animais, motosseras, conservem as florestas, desenvolvimento sustentável. Quase acreditei em tudo e pedi que o coelho salvasse o mundo, porque ninguém pensava mais nisso. Não com quarenta graus lá fora e as bolas colando na perna enquanto eu andava… o carbono já estava todo lá.
Acendi um charuto e observei coisas com um outro olhar. Quer dizer, era pra ser um workshop, mas parecia uma convenção de loucos. Novas tendências da mídia, eu diria. E como não havia nada de novo a ser feito, as coisas simplesmente pararam de fazer sentido. Pensei nisso quando descobri que os cachorros da minha ex estavam viciados em pó. Noiadões, assim. Quer dizer, que mundo é esse?
O charuto, maravilhoso, enrolado na coxa firme de algumas trabalhadoras dedicadas de alguma república obscura da América Central. Como aquilo tinha vindo parar nas minhas mãos? Da coxa de tão maravilhosas senhoras para os meus lábios podres. As colegiais japonesas, porra. elas suportam cada coisa. Eu vi naqueles filmes… ninguém podia gostar de assistir aquele tipo de coisa.
Quando tudo mais perde o sentido, não há mais nada para se procurado. Quanto menos encontrado. Eu pensei nisso enquanto a dose batia, e tive uma visão do que parecia ser a Sagrada Família cantando Great Balls of Fire. Um dos reis magos estava no piano, outro no contrabaixo. Maria dançava com o terceiro e José cantava mais alto do que devia. O Menino Jesus era o baterista.
Com uma visão dessas eu poderia fundar uma Igreja. Se eu fosse um patriarca religioso ia me concentrar em atrair seguidoras, jovens seguidoras. Minha religião seria um culto cósmico à deusa, alguma babaquice Wicca que traz meninas loucas pra ficarem nuas e correr pela floresta. E consumar o sacrifício, hehehe.
Mas eu estou perdendo o ponto, não tem nada a ver com isso. A questão toda era o coelho, rosa, essa espécie de sacerdote pós-moderno da propaganda. Putaquepariu. Aquilo era muito bom. Quase tanto quanto o palhaço sadomasoquista e seu espetáculo de dor. Você assina um contrato antes de entrar no show do cara e aí é uma parada como uma apresentação do GG Allin. Escatológica, se é que você me entende. Dizem que ele amarra um peso no pau, tipo um faquir. Eu não queria ser esse cara.
A mulher da publicidade honesta me disse algo sobre a propaganda que diz a verdade. Nada mais que a verdade, juro. Ela está fazendo a caixa de uma nova marca de cigarro para a Phillip-Morris. Chama-se DEATH. Tenho que admitir que gosto do nome e acho que vai fazer um sucesso fudido entre emos, góticos e vadias suicidas em geral. Se pusse sugerir algo eu falaria para fabricarem o sabor cianureto. Diminuir o número de idiotas no mundo é uma ótima maneira de demonstrar responsabilidade social.
Os chineses por exemplo, podem ser muitos, mas matam assim, meio sem dó. Acho isso uma espécie de nobreza que não se encontra no mundo mais. Os americanos podem até matar mais, mas pedem tanta desculpa e chamam coletivas de imprensa para dizer que “necessário” que toda a graça se perde. O exército, putz, é quem mais precisa de um publicitário esperto. Espertão.
Outro dia encontrei uma freira na rua. Ela me disse que seu nome havia sido João, e que havia se transformado para seguir a deus melhor como mulher. Como não amar essa criatura desprovida de pau e bom senso? Respirei fundo fui para o outro canto, me controlando para não enchê-lo/a de pontapés. Quer dizer, isso não faz qualquer sentido.
Adiós FUMP
A Fundação Universitária Mendes Pimentel foi criada com o intuito de prover assistência aos estudantes carentes da UFMG – sim, eles existem, porque que as universidade federais sejam ambientes “elitizados”, não é todo mundo aqui que fez cursinho de R$ 1000 por mês ou ganhou carro do papai ao ser aprovado.
Acontece que, nos meus quase 10 anos de UFMG (colégio técnico, graduação e mestrado) eu venho observando o que parece ser a precarização dos serviços oferecidos pela Fundação em contraposição ao aumento da taxa da Contribuição ao Fundo de Bolsas – que p*rra, de “contribuição” não tem nada, é obrigatória para quem quer se matricular. É principalmente com os recursos do CFB que a FUMP mantém seus projetos.
As coisas têm andado relativamente sob controle por aqui no quesito financeiro, mas não foi sempre assim. E o fato de eu não poder contar com ajuda externa em momentos de penúria sempre criou situações difíceis. Uma vez, numa dessas fases de absoluta falta de dinheiro, busquei a FUMP para tentar não pagar a tal “contribuição”.
Achei impressionante a rigidez administrativa com a qual eles “resolveram” o problema. Eu, que contribui para o Fundo de Bolsas durante toda a minha graduação, me senti tratado com alguém que estava pedindo um “favor” absurdo à Fundação – tipo, dinheiro emprestado pra comprar birita. Claro, além de uma série de percalços que foram minha culpa (ou do destino) nesse episódio, me espantou a má vontade coma qual a FUMP lida com a assistência estudantil.
Isso se cristalizou para mim quando uma colega teve sua assistência cortada porque um membro da família passou a receber um salário mínimo. A justificativa é que esse pagamento aumentou a renda média do grupo familiar dela, logo ela não precisava mais ser auxiliada pela FUMP. Ela, de carente, passou inclusive a contribuir com o FB.
Não busco aqui questionar a administração da FUMP em si. Os companheiros comunistas sempre insistiram em contas escabrosas em algumas gestões da Fundação, mas não acho que é o mérito entrar em detalhes ou fazer quaisquer julgamentos sobre isso. O papel de uma fundação assistencial é importante, ponto.
Mas, no meu ponto de vista, a FUMP se burocratizou a tal nível que o objetivo principal passou a ser superavitário e não assistencial. Da casa dos 90 reais em 2001, a Contribuição ao Fundo de Bolsas chega até R$194,50 hoje. Acho que sim, a grande maioria de quem estuda na UFMG tem condições de pagar e que é justo usar os recursos de quem pode para auxiliar os estudos de quem não pode. Mas e então? Todos têm recursos para pagar exatamente isso? O superávit da Fundação, que cresce ano a ano, não permitiria diminuir essa taxa ou, ao menos deixar de corrigi-la [de maneira abusiva]?
Agora parece tarde demais para levar esse tipo de discussão adiante. Semana passada me foi encaminhado o seguinte comunicado por e-mail:
____
OFÍCIO GR. No 366/2008 Belo Horizonte, 26 de agosto de 2008.
n. 157, em 22 de agosto de 2008,
Senhora Diretora,
comunico a V.Sa. que, a partir dessa data, para efetivação da matrícula semestral regular, não se exige mais, nesta Universidade, a apresentação do boleto, devidamente quitado, referente à Contribuição ao Fundo de Bolsas.De ordem do Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, Professor Ronaldo Tadêu Pena, tendo em vista a decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu a cobrança de taxa de matrícula nas universidades públicas do País, divulgada no Diário da Justiça Eletrônico,
Tal definição será válida até que ocorra novo posicionamento do STF sobre a matéria.
Na certeza de sua plena colaboração, cumprimento-a,
Atenciosamente,
Profa. XXXXXXXXXXXXXXXX
Chefe de Gabinete
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Ou seja: ninguém precisa comprovar que pagou a CFB para se matricular. A respeito disso, a FUMP informa em seu site,
Embora a CFB não seja mais pré-requisito para efetivação da matrícula, a Fump continua contando com a solidariedade dos alunos que podem fazer a contribuição voluntária ao fundo de bolsas.
Acho que vão ter que cativar os calouros. Quem já passou algum constrangimento em relação a “contribuição” à FUMP não se sentirá muito solidário. Espero que isso implique em outra mudança no modo de gestão da Fundação que não seja apenas o arrocho de despesas.
Eu é que não dou mais um centavo.
Space Brownie Fail
… and I think we’re dead.
Danta$ é diversão
Nada mais empolgante que ver as reações à prisão dele. Não importam os crimes e o esquema de desvio de verbas agora a questão é fazer tudo parecer uma grande perseguição do Estado Comuneesta Brasileño a um homem de bem, um empresário honesto que caiu na desgraça da Polícia Federal – “Isso vai virar uma Venezuela” grita a direitalha olavete. Ajudaria se o delegado que escreveu o inquérito não fosse metido a acadêmico, ou se um batalhão de jornalistas de aluguel não estivesse mobilizado ($$$) em defender a todo custo azelite corrupta do Brasil. Por causa do inquérito mambembe e do dotô Gilmar Mendes, Danta$ vai ser inocentado e azelite vão poder dormir em paz.
Já escrevi uma vez, mas é sempre bom pra eu me lembrar.
“O melhor profeta do futuro é o passado.
Porque nós nunca somos capazes de mudar o tanto que gostaríamos, por mais que que tentemos. É impossível, infelizmente, tornar aquilo que almejamos. Naquilo em que fracassamos no passado, vamos fracassar no futuro. Naquilo em que fomos bem sucedidos, seremos novamente. Já está tudo escrito, basta saber ler. Saber interpretar os sinais e, acreditem, eles gritam em nossos ouvidos.”
Harvey Birdman é investigado pelo prestimoso legislativo brasileño

I object!
Deputados analisam desenhos do Cartoon Network
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Sem comentários, a notícia do Estadão coloca o ridículo da situação bem demais….





