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LOLCAT Bible

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I can has cheez burguer?

Não sei quem inventou essa de que as pessoas não têm mais tempo hoje em dia. Quanto mais eu navego pelos confins da internet mais encontro coisas inúteis feitas por pessoas que têm muito, mas muito tempo. Como esse projeto, da mais absoluta demência, de traduzir a Bíblia Sagrada para LOLCAT.

Oh hai. In teh beginnin Ceiling Cat maded teh skiez An da Urfs, but he did not eated dem.

Não imagino o que se passa na cabeça de quem uh… colabora com essa hã… iniciativa. Alguém?

Escrito por Barba

janeiro 4, 2009 em 14:54

Publicado em gonzotrip, nerdice

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Pedro Dória deve ser um ente iluminado, que . Comecei a acompanhar seu blog há algum tempo e se não me engano já lia alguma coisa dele no NO e NO  Mínimo. Não concordo com muita coisa que ele escreve, mas me parece uma figura rara no jornalismo por procurar alguma ponderação na maioria dos seus textos.

Seu blog é provavelmente um dos mais comentados em língua portuguesa. E são esses comentários que me chamaram a atenção. Aparentemente, Dória tem uma legião de, digamos, “admiradores”. E são esses aí que se dedicam noite e dia a intermináveis discussões sobre os posts do jornalista.

Dória, que assume esquerdista, recebe muitos comentários de pessoas que se  identificam como “de direita”.  A maioria é escrita por um grupo fiel que se dispõe a espinafrar tudo o que ele publica, com direito a uma ofensa ou duas e até teorias conspiratórias – houve quem dissesse que ele defende Obama na história da certidão de nascimento por estar ligado a figurões do Partido Democrata

Ter um público fiel que se dedica a opinar – a favor ou contra – sobre que se escreve em um blog é sempre bom e, no entanto, o que vejo na maioria desses comentários é uma espécie de “pregação política” insuportável – como acontecia quando os leitores do Mídia $em Máscara impregnavam as páginas do CMI com notícias do site deles todos os dias.

Dória chega a responder muito polidamente algumas dos comentários, coisa que outros jornalistas não se dignam a fazer. Por isso mesmo o blog dele se tornou uma leitura diária e ganhou um link ali do lado.

Escrito por Barba

dezembro 27, 2008 em 2:17

Publicado em gonzotrip

Obama, o Nacional-Socialista

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Diversão

Ok, vocês não precisavam ver isso.

Congressman sorry for likening Obama to Hitler

“It may sound a bit crazy and off base, but the thing is, he’s the one who proposed this national security force,” Broun told the AP. “I’m just trying to bring attention to the fact that we may– may not, I hope not — but we may have a problem with that type of philosophy of radical socialism or Marxism.

Broun was specifically referring to a July speech by Obama, where the then-Democratic presidential nominee said he supports a civilian force helping the military when it comes to national security: “We’ve got to have a civilian national security force that’s just as powerful, just as strong, just as well funded [as the military],” Obama said in the speech that was largely a call to national service.

Responding to those comments, Broun told the AP Monday: “That’s exactly what Hitler did in Nazi Germany and it’s exactly what the Soviet Union did. When he’s proposing to have a national security force that’s answering to him, that is as strong as the U.S. military, he’s showing me signs of being Marxist.

Mas olhem só, pessoas mais “sensatas” já disseram algo assim antes:

Quanto à campanha de Obama, seu perfil é claro. O amálgama de promessas utópicas, propaganda avassaladora, beatificação psicótica do líder, apelo racial, controle da mídia e intimidação sistemática do eleitorado é idêntico nos mínimos detalhes à estratégia eleitoral de Hitler em 1933, mas para dizer isso em público – ou mesmo conscientizá-lo em voz baixa – é preciso mais coragem do que se pode esperar do eleitor médio hoje em dia.

Vejamos, a América, terra das milícias civis armadas treme ante a possibilidade de uma força armada civil proposta por Obama – que ao fim, não me parece tão diferente da National Guard. O problema todo não seria a ascensão da Águia Democrata e os campos de concentração para republicanos e rednecks, mas algo que resultaria na derrocada contratos para segurança nacional negociados com a Blackwater, nosso exército mercenário preferido. E Broun, como vários outros republicanos, apóia declaradamente a Blackwater.

Depois das trocentas denúnicas de violência desproporcional contra civis no Iraque, dos abusos cometidos na situação do Katrina e da ameaça a Marshall Adame a Blackwater continua livre, leve, solta e fora do alcance de qualquer lei.

Escrito por Barba

novembro 13, 2008 em 10:13

Dez razões para deixar a barba crescer

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Escrito por Barba

outubro 23, 2008 em 11:21

Publicado em ego, gonzotrip

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Follow the leader

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Escrito por Barba

outubro 13, 2008 em 12:49

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A troca de fluídos afiniza um consangüíneo ou consagüiniza um afim?

Escrito por Barba

setembro 21, 2008 em 16:49

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BeanStorm

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Em algum momento entre as doses de mescal e café colombiano as coisas começaram a fazer sentido. Havia um coelho, sentado num canto. Um coelho rosa, gigante, com uma motossera. Elétrica não, a diesel. A coisa real. Parecia um garoto propaganda de alguma madeireira cujo departamento de marketing é dirigido pelo filho do dono. Animais, motosseras, conservem as florestas, desenvolvimento sustentável. Quase acreditei em tudo e pedi que o coelho salvasse o mundo, porque ninguém pensava mais nisso. Não com quarenta graus lá fora e as bolas colando na perna enquanto eu andava… o carbono já estava todo lá.

Acendi um charuto e observei coisas com um outro olhar. Quer dizer, era pra ser um workshop, mas parecia uma convenção de loucos. Novas tendências da mídia, eu diria. E como não havia nada de novo a ser feito, as coisas simplesmente pararam de fazer sentido. Pensei nisso quando descobri que os cachorros da minha ex estavam viciados em pó. Noiadões, assim. Quer dizer, que mundo é esse?

O charuto, maravilhoso, enrolado na coxa firme de algumas trabalhadoras dedicadas de alguma república obscura da América Central. Como aquilo tinha vindo parar nas minhas mãos? Da coxa de tão maravilhosas senhoras para os meus lábios podres. As colegiais japonesas, porra. elas suportam cada coisa. Eu vi naqueles filmes… ninguém podia gostar de assistir aquele tipo de coisa.

Quando tudo mais perde o sentido, não há mais nada para se procurado. Quanto menos encontrado. Eu pensei nisso enquanto a dose batia, e tive uma visão do que parecia ser a Sagrada Família cantando Great Balls of Fire. Um dos reis magos estava no piano, outro no contrabaixo. Maria dançava com o terceiro e José cantava mais alto do que devia. O Menino Jesus era o baterista.

Com uma visão dessas eu poderia fundar uma Igreja. Se eu fosse um patriarca religioso ia me concentrar em atrair seguidoras, jovens seguidoras. Minha religião seria um culto cósmico à deusa, alguma babaquice Wicca que traz meninas loucas pra ficarem nuas e correr pela floresta. E consumar o sacrifício, hehehe.

Mas eu estou perdendo o ponto, não tem nada a ver com isso. A questão toda era o coelho, rosa, essa espécie de sacerdote pós-moderno da propaganda. Putaquepariu. Aquilo era muito bom. Quase tanto quanto o palhaço sadomasoquista e seu espetáculo de dor. Você assina um contrato antes de entrar no show do cara e aí é uma parada como uma apresentação do GG Allin. Escatológica, se é que você me entende. Dizem que ele amarra um peso no pau, tipo um faquir. Eu não queria ser esse cara.

A mulher da publicidade honesta me disse algo sobre a propaganda que diz a verdade. Nada mais que a verdade, juro. Ela está fazendo a caixa de uma nova marca de cigarro para a Phillip-Morris. Chama-se DEATH. Tenho que admitir que gosto do nome e acho que vai fazer um sucesso fudido entre emos, góticos e vadias suicidas em geral. Se pusse sugerir algo eu falaria para fabricarem o sabor cianureto. Diminuir o número de idiotas no mundo é uma ótima maneira de demonstrar responsabilidade social.

Os chineses por exemplo, podem ser muitos, mas matam assim,  meio sem dó. Acho isso uma espécie de nobreza que não se encontra no mundo mais. Os americanos podem até matar mais, mas pedem tanta desculpa e chamam coletivas de imprensa para dizer que “necessário” que toda a graça se perde. O exército, putz, é quem mais precisa de um publicitário esperto. Espertão.

Outro dia encontrei uma freira na rua. Ela me disse que seu nome havia sido João, e que havia se transformado para seguir a deus melhor como mulher. Como não amar essa criatura desprovida de pau e bom senso? Respirei fundo fui para o outro canto, me controlando para não enchê-lo/a de pontapés. Quer dizer, isso não faz qualquer sentido.

Escrito por Barba

setembro 9, 2008 em 1:20

Adiós FUMP

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A Fundação Universitária Mendes Pimentel foi criada com o intuito de prover assistência aos estudantes carentes da UFMG – sim, eles existem, porque que as universidade federais sejam ambientes “elitizados”, não é todo mundo aqui que fez cursinho de R$ 1000 por mês ou ganhou carro do papai ao ser aprovado.

Acontece que, nos meus quase 10 anos de UFMG (colégio técnico, graduação e mestrado) eu venho observando o que parece ser a precarização dos serviços oferecidos pela Fundação em contraposição ao aumento da taxa da Contribuição ao Fundo de Bolsas – que p*rra, de “contribuição” não tem nada, é obrigatória para quem quer se matricular. É principalmente com os recursos do CFB que a FUMP mantém seus projetos.

As coisas têm andado relativamente sob controle por aqui no quesito financeiro, mas não foi sempre assim. E o fato de eu não poder contar com ajuda externa em momentos de penúria sempre criou situações difíceis. Uma vez, numa dessas fases de absoluta falta de dinheiro, busquei a FUMP para tentar não pagar a tal “contribuição”.

Achei impressionante a rigidez administrativa com a qual eles “resolveram” o problema. Eu, que contribui para o Fundo de Bolsas durante toda a minha graduação, me senti tratado com alguém que estava pedindo um “favor” absurdo à Fundação – tipo, dinheiro emprestado pra comprar birita. Claro, além de uma série de percalços que foram minha culpa (ou do destino) nesse episódio, me espantou a má vontade coma qual a FUMP lida com a assistência estudantil.

Isso se cristalizou para mim quando uma colega teve sua assistência cortada porque um membro da família passou a receber um salário mínimo. A justificativa é que esse pagamento aumentou a renda média do grupo familiar dela, logo ela não precisava mais ser auxiliada pela FUMP. Ela, de carente, passou inclusive a contribuir com o FB.

Não busco aqui questionar a administração da FUMP em si. Os companheiros comunistas sempre insistiram em contas escabrosas em algumas gestões da Fundação, mas não acho que é o mérito entrar em detalhes ou fazer quaisquer julgamentos sobre isso. O papel de uma fundação assistencial é importante, ponto.

Mas, no meu ponto de vista, a FUMP se burocratizou a tal nível que o objetivo principal passou a ser superavitário e não assistencial. Da casa dos 90 reais em 2001, a Contribuição ao Fundo de Bolsas chega até R$194,50 hoje. Acho que sim, a grande maioria de quem estuda na UFMG tem condições de pagar e que é justo usar os recursos de quem pode para auxiliar os estudos de quem não pode. Mas e então? Todos têm recursos para pagar exatamente isso? O superávit da Fundação, que cresce ano a ano, não permitiria diminuir essa taxa ou, ao menos deixar de corrigi-la [de maneira abusiva]?

Agora parece tarde demais para levar esse tipo de discussão adiante. Semana passada me foi encaminhado o seguinte comunicado por e-mail:

____

OFÍCIO GR. No 366/2008 Belo Horizonte, 26 de agosto de 2008.

n. 157, em 22 de agosto de 2008,

Senhora Diretora,

comunico a V.Sa. que, a partir dessa data, para efetivação da matrícula semestral regular, não se exige mais, nesta Universidade, a apresentação do boleto, devidamente quitado, referente à Contribuição ao Fundo de Bolsas.De ordem do Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, Professor Ronaldo Tadêu Pena, tendo em vista a decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu a cobrança de taxa de matrícula nas universidades públicas do País, divulgada no Diário da Justiça Eletrônico,

Tal definição será válida até que ocorra novo posicionamento do STF sobre a matéria.

Na certeza de sua plena colaboração, cumprimento-a,

Atenciosamente,

Profa. XXXXXXXXXXXXXXXX

Chefe de Gabinete

___

Ou seja: ninguém precisa comprovar que pagou a CFB para se matricular. A respeito disso, a FUMP informa em seu site,

Embora a CFB não seja mais pré-requisito para efetivação da matrícula, a Fump continua contando com a solidariedade dos alunos que podem fazer a contribuição voluntária ao fundo de bolsas.

Acho que vão ter que cativar os calouros. Quem já passou algum constrangimento em relação a “contribuição” à FUMP não se sentirá muito solidário. Espero que isso implique em outra mudança no modo de gestão da Fundação que não seja apenas o arrocho de despesas.

Eu é que não dou mais um centavo.

Escrito por Barba

setembro 3, 2008 em 9:26

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Space Brownie Fail

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… and I think we’re dead.

Escrito por Barba

agosto 20, 2008 em 16:26

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Danta$ é diversão

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Nada mais empolgante que ver as reações à prisão dele. Não importam os crimes e o esquema de desvio de verbas agora a questão é fazer tudo parecer uma grande perseguição do Estado Comuneesta Brasileño a um homem de bem, um empresário honesto que caiu na desgraça da Polícia Federal – “Isso vai virar uma Venezuela” grita a direitalha olavete. Ajudaria se o delegado que escreveu o inquérito não fosse metido a acadêmico, ou se um batalhão de jornalistas de aluguel não estivesse mobilizado ($$$) em defender a todo custo azelite corrupta do Brasil. Por causa do inquérito mambembe e do dotô Gilmar Mendes, Danta$ vai ser inocentado e azelite vão poder dormir em paz.

Escrito por Barba

julho 15, 2008 em 18:32

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Já escrevi uma vez, mas é sempre bom pra eu me lembrar.

O melhor profeta do futuro é o passado.

Porque nós nunca somos capazes de mudar o tanto que gostaríamos, por mais que que tentemos. É impossível, infelizmente, tornar aquilo que almejamos. Naquilo em que fracassamos no passado, vamos fracassar no futuro. Naquilo em que fomos bem sucedidos, seremos novamente. Já está tudo escrito, basta saber ler. Saber interpretar os sinais e, acreditem, eles gritam em nossos ouvidos.”

Escrito por Barba

junho 12, 2008 em 1:27

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Harvey Birdman é investigado pelo prestimoso legislativo brasileño

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I object!

Deputados analisam desenhos do Cartoon Network

SÃO PAULO – Com a CPI do mundo real presa a um enredo de poucas emoções, um grupo de deputados resolveu investigar mazelas de ficção. Integrantes da Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara, promoveram ontem uma audiência sobre o conteúdo da programação do canal de desenhos Cartoon Network, veiculado pela TV paga.

Mesmo sem poderes para quebrar sigilos, os deputados identificaram, com a devida ajuda da assessoria técnica parlamentar, o inimigo, o suspeito de desvirtuar os bons costumes: Harvey, o advogado. Trata-se uma reencarnação animada do Homem Pássaro, super herói careta que fez sucesso nos anos 70. Harvey atua como um advogado, ao lado de seu antigo mascote, agora escrivão, Vingador, solucionando casos jurídicos entre personagens de séries animadas criadas por Hanna-Barbera, como Fred Flintstone e Scooby-Doo. No desenho, os personagens passam por experiência mundanas e existenciais, algumas vezes erótica. Isso provocou revolta na Câmara.

Embora, nem Scooby-Doo nem Barney e Fred tenha feito uso de cartão corporativo ou produzido dossiês. Os deputados Celso Russomanno (PP-SP) e Júlio Delgado (PSB-MG) chegaram a advertir o diretor-executivo jurídico da Net TV, André Muller Borges, de que ele tinha sorte por estar depondo a uma comissão temática, e não a uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). “Se aqui fosse uma CPI, o senhor estaria encalacrado“, disse Delgado, sinalizando que Borges poderia ter sido preso por mentir. O deputado Barbosa Neto (PDT-PR), que convocou a audiência pública, exibiu trechos de desenhos animados, veiculados pelo canal Cartoon Network, com cenas de violência, como esfaqueamento e suicídio: “Fiquei chocado, porque crianças assistem a esses desenhos“.

Sem comentários, a notícia do Estadão coloca o ridículo da situação bem demais….

Escrito por Barba

abril 21, 2008 em 22:40

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